Fascite plantar
Dor na sola do pé, típica nos primeiros passos da manhã. É um dos quadros mais estudados para esse tratamento.
Terapia por ondas de choque
Um tratamento sem cortes e sem agulhas, aplicado sobre a pele na região da dor. Funciona bem em alguns quadros específicos, e a indicação depende do diagnóstico.
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Atendimento
Dr. Rodrigo F. Muller · Médico · CRM/SC 31920
Origem da dor
As melhores evidências estão em problemas de tendão e em algumas calcificações. A indicação sempre vem depois da avaliação, e não do sintoma isolado.
Dor na sola do pé, típica nos primeiros passos da manhã. É um dos quadros mais estudados para esse tratamento.
Depósitos de cálcio no tendão, que podem causar dor importante e limitar o movimento.
Dor na parte externa do cotovelo, ligada a uso repetitivo, comum em quem trabalha com as mãos.
Quadros de tendão em quem treina, com dor que piora ao saltar, correr ou subir escada.
Em casos selecionados, como parte de um plano maior, e não como tratamento isolado.
Infecção na área, tumores, gestação e alguns distúrbios de coagulação estão entre as situações em que não se faz. Por isso a avaliação vem antes.
Quando investigar
É um procedimento ambulatorial, feito no consultório, sem necessidade de internação.
A indicação depende do diagnóstico e da avaliação individual. Não é um tratamento universal para qualquer dor, e existem situações em que não deve ser feito.
Como funciona
Quando começou, o que piora, o que melhora, como era antes e o que você quer voltar a fazer.
Testes específicos, avaliação de força, mobilidade e postura, incluindo as regiões vizinhas que influenciam a dor.
Leitura dos exames que você já tem. Novos exames só quando mudam a conduta.
Você sai entendendo o que está acontecendo, quais caminhos existem e o que esperar de cada um.
Tratamento
Ondas de choque raramente são usadas sozinhas. O resultado costuma depender do que acompanha.
Exercício orientado e controle de carga estão entre as medidas mais consistentemente recomendadas nas diretrizes internacionais. O programa é conduzido por fisioterapeuta ou educador físico, com acompanhamento e ajustes ao longo do tempo.
Medicação quando há indicação, revisão do que você já usa e orientação sobre sono, rotina de movimento e fatores que influenciam a dor.
Procedimentos feitos com orientação de imagem para chegar ao ponto certo, usados em casos selecionados, com objetivo de reduzir a dor e permitir avançar na reabilitação.
Reavaliações para acompanhar a resposta, ajustar o plano e combinar os próximos passos. O acompanhamento costuma ser tão importante quanto a escolha inicial.
Quando existe indicação cirúrgica formal, isso é conversado com clareza e você é orientado a procurar o especialista adequado. Ver todos os procedimentos
Perguntas frequentes
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Tirar uma dúvidaHá desconforto durante a aplicação, que costuma ser tolerável, e a intensidade é ajustada ao longo da sessão. A maioria das pessoas retoma a rotina logo depois.
Varia conforme o quadro e a resposta. Em geral são algumas sessões, com intervalo entre elas, e a reavaliação define se vale seguir.
A resposta costuma ser gradual, ao longo das semanas, e varia de pessoa para pessoa. Por isso o tratamento é acompanhado, e não aplicado e esquecido.
Entre as situações em que não se faz estão infecção na área, tumores, gestação e alguns distúrbios de coagulação. A avaliação define isso antes de qualquer aplicação.
Não. Costuma funcionar melhor junto com o programa de exercícios, conduzido por fisioterapeuta ou educador físico.
Não. As melhores evidências estão em quadros específicos, principalmente de tendão, e por isso a indicação depende do diagnóstico.
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